Sabe o cheiro que a tua casa tem? Aquele cheirinho só dela, das roupas de cama, do teu roupeiro, o cheiro que te faz lembrar do teu cantinho, que te deixa com vontade de voltar correndo pra casa depois de um dia cansativo?!?!? Pois eu não vejo a hora de dar um cheiro na minha casa… A casa que eu não tenho ainda, mas, se tudo der certo, loguinho loguinho terei!
Um lugar pra eu fazer ser do meu jeito, com as minhas preferências, um porto-seguro, meu ambiente familiar. Sonho com isso todos os dias, com a simplicidade de um ambiente que tenha mais amor que qualquer coisa, onde todos os amigos sejam muito bem-vindos e queiram estar sempre, um lugar pra ter a Maitê, onde ela aprenda a andar e nos traga muitas felicidades…
Bom, estamos nesse intuito, vendo apartamentos, comprando coisinhas e tentando montar o nosso barraquinho. Sabe que eu adoro brincar de casinha?!?! Faço a imagem perfeita na minha cabeça: as paredes com fotografias, a cozinha miudinha, a mesa com quatro lugares, tudo coloridinho, tudo bem alegre, verde, vermelho, detalhes a minha cara… um quarto bem iluminado, mas cortinas para deixar tudo escuro a noite para nós dormirmos bem, um bercinho branco com puxadores coloridos, uma moldura com a nossa caricatura, ou quaisquer coisas que lembrem o nosso amor… acho que já disse que amor não faltará lá!
Torçam, sempre pra dar tudo certo!
Entradas desde Setembro 2008
Home sweet home…
Setembro 30, 2008 · 8 Comentários
Categorias: Uma casa verde · espera
mãe? eu?
Setembro 18, 2008 · 3 Comentários
Pois é, eu nunca, jamais, never nessa vida achei que fosse tão maravilhosamente gostoso carregar um serzinho na barriga. Não tô falando de lombrigas, aliás, acho que tive quando era criança (tomei muita água das praias de Mosqueiro), falo da criança que carrego e que devo parir em 3 meses… que ansiedade!!!
Ela mexe e remexe, soluça e chupa dedo, é a coisa mais legal do mundo sentir isso dentro de mim. Nós conversamos com ela para que ouça nossa voz e quando nascer reconheça, especialistas indicam!!! Falando em especialistas, eu ando de olho em todo e qualquer site sobre pequerruchos e baaaabo, aprendo tudo, leio todas as dicas, porque eu sei que no final das contas vou ficar toda embananada.
Meu corpo de prenha? Tá liiiiiendo, engordei sim, mais especificamente na pança, que cresceu enlouquecidamente pra frente, fiquei master peituda (eu já era meeeeega) e to mais mulher, adoooooro, não me faltam hormônios femininos… uiêeee!
Enfim, essa enrolation toda era só pra dizer que acho que postarei mais frequentemente sobre minha maternidade, a fase pré-maitê e a fase pós-maitê, que eu espero que seja o verdadeiro “padecer no paraíso”!!!
Categorias: espera
Ahhh o futebol…
Setembro 8, 2008 · 11 Comentários
Meu mais novo empenho, além é claro de aprender a ser mãe, é aprender sobre futebol. Cheguei à conclusão que aquele dito popular vale mesmo: Se você não pode com o inimigo, junte-se a ele! Tomei essa decisão ao perceber que eu quase perco pro futebol no coração do Eduardo, e não quero nem QUASE perder pra nada nem pra ninguém…
Meu caminho nesse propósito começou assistindo aos jogos Europeus que passavam na Record. Eu torcia sempre pro time cuja cor do uniforme me agradava mais, depois pro que tinha os jogadores mais bonitos e enérgicos, em seguida pro time que estava ganhando, assim foi mais fácil. Gostei, viu? Que jogos bonitos, estética e “futebolísticamente” falando (eu do alto do meu conhecimento acerca do esporte bretão ¬¬). P.s.: os jogadores da Zuropa são mega puls máster mais bonitos que os brasileiros, isso tornava os jogos bem agradáveis.
Não bastou! Eu irritava qualquer pessoa fazendo perguntas sobre escanteio, pênalti, foi-falta-ou-não, esse campeonato, o outro, aquele time, o outro, e enfim… Fui progredindo na medida em que o tal do Brasileirão progredia e o Grêmio (meu rival indireto) confirmava o favoritismo. Fui a jogos, assisti jornais esportivos e aos embates do campeonato brasileiro, vi tabelas, aprendi um tiquinho e hoje até arrisco comentários, mas o meu work-shop mais legal foi acompanhar Eduardo nas peladas com amigos, que MARA! Não vi nada tão engraçado em toda a minha vida, eu garanto!
Não sei se pela quantidade de testosterona expelida pelo suor dos aspirantes a amadores (é isso mesmo – aspirantes a amadores), mas to pra ver situação onde tanto homem junto se esbarra, se esfrega, troca tapinhas nas nádegas e leva a sério uma brincadeira. Eram dois times, um melhor e um pior, os “com uniforme” e os “sem uniforme”, os que fizeram muitos gols e os que tomaram uma goleada… Para este segundo se destinava minha torcida quieeeta, solitáaaaria, e confesso, minhas gargalhadas internas, deve ser óbvio o motivo, era o time do pai da Maitê.
Jisuis, como eles levam isso à sério: 10 minutos de jogo, já perdendo por 4 x 2, o pessoal de uniforme batia palminhas para estimular um time que não tinha mais fôlego para correr e, a cada gol tomado, o goleiro (cujo cofre era maior que o do banco central) fazia aquela cara de “vocês não tão me ajudando”. O melhor mesmo foi apreciar a já citada esbarração dos “atletas”, seja na marcação ou nas comemorações, esses foram os momentos mais impressionantes do jogo, em outros casos os rapazes não admitiriam esse esfrega-esfrega. Que meda!!! Falando em comemorações, elas eram dignas de copa do mundo, o artilheiro do time perdedor (frisar perdedor) agradecia calorosamente a Deus por cada gol que marcava: erguia as mãos pro céu e corria pelo campinho de grama sintética sacolejando o indicador. Foi sempre assim até a goleada por 11 x 6 (confirmar placar com Eduardo, que provavelmente lembra disso com mais certeza que eu)…
O final do “espetáculo futebolístico” (como essa expressão me lembra o Galvão Bueno)? Todos os meus atletas sentadinhos bufando, dois deles fumando um cigarro, o meu craque comendo um cheetos cheio de gordura trans, e outro time entrando em campo para um jogo que no final das contas, acabou em porrada…
***Sigo aprendendo sobre futebol e apreciando os embates dos com uniforme versus os sem uniforme.
Categorias: all that stuf...

