Mademoisinha, loas ao meu caminho…

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Não me subestime, sou uma grande mulherzinha! – os livros que eu li

Fevereiro 17, 2009 · 1 Comentário

O último livro que li, devorei em duas tardes entre uma sessão de amamentação e outra. “Nunca subestime uma mulherzinha” da Fernanda Takai foi um dos livros com os quais eu mais me identifiquei, explico já o motivo. Tenho preferido livros que não exijam muito do meu intelecto e que me transportem pra lugares que me sejam familiares, até porque revezo as leituras com atividades materno-dométicas como já falei. Bom, o livro em questão é tão gostoso e intimista que me fez sentir que eu mesma posso publicar as coisas que eu escrevo, me fez sentir como uma tal mulherzinha que Takai apresenta. Ela apresenta contos e crônicas vindos das suas experiências cotidianas mesmo, revira o bauzinho fantástico da sua memória de toda a vida, nos faz chegar lá e até lembrar das nossas próprias memórias. É muito bacana e vale a pena.

Nunca nos subestime

Deixo a dica… Vale ler ouvindo “Onde Brilhem Os Olhos Seus”, vale mesmo.

Nunca nos subestime

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Sobre minhas paixões reprimidas – parte I

Fevereiro 10, 2009 · 1 Comentário

TV: UMA PAIXÃO REPRIMIDA

Outro dia estava eu amamentando minha rebenta (atividade esta que eu mais tenho praticado nos últimos tempos) quando me vi fascinada, hipnotizada, literalmente vidrada, zapeando a TV. Que venham os críticos, mas, sou louca por televisão: noveleira, fã de BBB e coisa e tal. Não, eu não estou querendo assinar meu atestado de demência como os radicais anti-televisão devem estar pensando, só estou assumindo uma paixão reprimida por medo do pré-julgamento desses tais críticos chatos. Pronto, falei!

O que acontece é que eu acho fantástica a criatividade do homem e a aprecio em toda sorte de manifestações midiático-artísticas, tanto na literatura, no cinema, na música quanto na televisão, seja o produto bom ou ruim. Cabe a mim filtrar o que julgo me fazer bem, o que me entretém, me diverte ou me entedia e provoca asco. Na verdade acho que seja só mais uma questão de discernimento, instrução e senso crítico, coisas que eu sei bem que nem todo mundo tem. Mas, não se pode negar que há opção para todos os gostos e mentalidades e o que faz a tevê ser alvo de tantas críticas não é o que ela nos oferece e proporciona e sim como nós utilizamos e aproveitamos isso. No final das contas cairemos no velho clichê de que a base do problema ta na educação do nosso povo.

Assim como em todos os meios de entretenimento que eu citei (música, literatura, cinema) a TV chama minha atenção por demais. Qualquer programa seja ele medíocre ou não, bizarro ou não, inteligente ou não, me prende de alguma forma e, mais uma vez discordo de muitos: acho sim a televisão nacional bem bacana. Claro que devemos selecionar muita coisa, mas não sou hipócrita, faço miséria com o controle remoto em punho.

Meu sonho de infância sempre foi escrever muito e indiscriminadamente, ser jornalista, autora de grandes livros (pequenos também), sei lá, falar muito escrevendo, deu pra entender? Sempre quis escrever para alguma mídia preferencialmente difusora de entretenimento, falar de cultura e coisas que aliviem o mundo pesado da gente, definitivamente a TV figura entre meus planos, agora não tenho mais dúvidas, seja como tema ou como meio.

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