Mademoisinha, loas ao meu caminho…

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Só um plus na vida

Outubro 19, 2009 · Deixe um comentário

Nós mulheres temos a terrível mania de depositar naqueles seres com um pepino pendurado no meio das pernas toda felicidade que achamos que deveríamos ter. Ai, como somos bobas. Pensando nos conflitos que eu tenho, e que minhas amigas também tem, com relação aos homens, resolvi que se o cara não é o Roberto Carlos, o Fábio Junior, o Jude Law, o Rodrigo Amarante, o Wagner Moura (se vocês quiserem citar alguns podem fazê-lo) ou o Mark Ruffalo, ahhhh… ele é só um plus na sua vida.

No meu caso por exemplo, tenho a mim, essa coisinha fofa de meodeus, linda, sexy, gostosa, engraçada, inteligente, com os dedinhos àgeis, um sorriso avassalador e coisa e tal, tenho a maitê, minha razão de viver, aquela que ilumina os meus dias e me dá juízo. Tenho toda essa maravilha e ainda tenho um plus, o meu amor, que sim é um homem espetacular, mas não é a VIDA. As coisas não giram em torno dele, giram em torno de mim, da maitê, e da minha relação com o edu, nessa ordem.

Esse discurso é recente, mas ele tem sido muito válido, me segura nos trinta aqui! Cuido de mim, cuido dela, cuido do nosso ambiente e assim fico mais feliz pra ter um plus do plus.

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dia internacional da mulherzinha

Março 8, 2009 · 2 Comentários

Êeee, parabéns para nós que somos as mais lindas, as mais fortes, as mais audaciosas, as mais felizes, as mais maduras, enfim! Adoro ser mulher, adoro ser eu, adoro ser mulherzinha, adoro ser mãe, adoro ser assim e fico hiper empolgada em datas especiais… mas vale lembrar que há sim uma data a ser comemorada hoje, não é simplesmente uma homenagem ao sexo feminino.

Nós ganhamos um dia internacional só nosso a partir das diversas manifestações femininas e feministas ocorridas nos arredores do sec. XX quando fábricas, oriundas do processo desenfreado de industrialização,  exploravam a mão de obra feminina as expondo à péssimas condições de trabalho. A primeira manifestação significativa ocorreu em Nova Iorque e data do dia 8 de Março de 1857; seguindo este evento, e também em Nova Iorque, 146 trabalhadoras morreram num incêndio na fábrica Triangle Shirtwaist em 25 de março de 1911, dizem que dessas 146 moças, 129 foram trancadas e queimadas vivas durante o protesto. Bom, vários outros casos de protestos femininos foram registrados desde então e para que essas pioneiras fossem homenageadas o dia 8 de Março ficou marcado!

Todo esse bla, bla, bla é na verdade pra lembrar que somos maravilhosas, lindas e poderosas, donas de uma sensibilidade forte e de uma força sensível que nunca um homem terá, devemos nos orgulhar da nossa condição de mulheres e honrar as saias e os decotes que vestimos, ok? Sejamos ótimas mães, amantes, amigas, profissionais e antes de qualquer coisa sejamos felizes, sigamos nosso instinto feminino e continuemos a carregar o mundo nas costas e o futuro dele na barriga…

;)

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Ser mãe…

Janeiro 11, 2009 · 8 Comentários

Foi por uma apendicite que eu aprendi em algumas horas o que é amar mais do que o coração suporta, o que é ser mãe, o que é sofrer, o que é perder o senso do ridículo, esquecer das minhas dores e chorar pela dor de outro ser…

Maitê nasceu depois d’eu sofrer algumas horas achando que tinha uma dor de estômago, era meu apêndice estourado e fazendo mal à mim e à minha filha, sofremos as duas… e muito. Foram 27 dias lutando para viver, ela no hospital e eu e Eduardo sem ela em casa, indo e vindo do hospital numa rotina cansativa. Tirávamos forças não sei de onde, aliás, sei sim… tirávamos forças do sorriso desconcertado dela, de olhar um pro outro e descobrirmos que somos mais companheiros do que imaginávamos, de saber que estaremos juntos na melhor e na pior, e do amor que nós três sentimos um pelo outro.

Agradeço a Deus pela mãe que tenho, ela que largou a vida toda para me ajudar, me dar força, me acalentar, me distrair, me ajudar a suportar o que tivesse de vir. Eu a amo muito. Agradeço pelo pai que tenho, que mesmo de longe não me deixou sozinha um momento, deu palavras de apoio, chorou conosco, mas soube ser a segurança que precisávamos. Agradeço também por ter posto em meu caminho e coração o homem que eu tenho, Eduardo, o melhor pai que minha filha poderia ter, companheiro, não declinou em momento algum, nas horas de cansaço erámos um o cobertor, a coragem e o ombro do outro. Agradeço pela família que o Eduardo me deu, meu sogro e minha sogra, que souberam estar ao nosso lado nas angústias e entenderam as nossas aflições.

Ahhhh… não posso esquecer das orações, do amor que recebemos de todo mundo, das pessoas que nos ligavam todo santo dia para saber dela e da gente também: Jesicow, Tia Bilu, tio Pedro, meu Padrinho, minha Madrinha, tia Marrom, tia Nilda e as rosas para Sta Terezinha, Yasmin, tio Paulo e tia Jenise, Cintia, a prima e minha amiga da Unama, Lica irmã escolhida, Ana, Daia e Fernando… gente, é muito nome e muito amor para eu lembrar de cada um, vocês todos estarão sempre nas nossas preces, isso é CERTO!

E…

VIVA A MAITÊ!!!

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Conheça o legítimo “KUDURO”

Dezembro 8, 2008 · 4 Comentários

Não, eu não tô falando da bunda da mulher melancia, tô falando de um ritmo musical típico de Angola. O ritmo é classificado por aí como Afro-HipHop, Afro-house ou AfroZouk por ser próprio da periferia de Angola e ter em sua batida a mistura de todos esses gêneros musicais e dizem também que podemos considerá-lo o funk carioca de angola (hãaaa?).

Kucuro Angolano

Kuduro Angolano

O Kuduro está se popularizando nos países de língua portuguesa e traz letras bem humoradas em português porém com alguma palavras típicas do vocabulário angolano. Bom, a origem do nome do estilo musical é associado ao “kudurismo” que os passos da dança proporcionam ao bailarino, o cara fica literalmente com a bunda endurecida… Segue nesse post um video que ensina passos da dança, vale a diversão!!!

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Rapidinhas…

Abril 3, 2008 · 3 Comentários

   Levanta-te e corre  

É por essas e outras que confio mais em meu cachorro que nos seres-humanos. No semáforo as pessoas de bom coração se compadecem do aleijado, de moeda em moeda ele ganha o auxílio sobrevivência. Da janela do ônibus me comove a expressão de angustia: o sinal vai abrir e o cadeirante ainda passeia entre os carros. Quando os carros ameaçam avançar o sinal, milagrosamente o aleijado está curado, corre desesperado para fugir dos automóveis e dos populares enganados que agora o perseguem.

Ju Maués

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NOSSOS PERFEITOS DEFEITUSOS

Março 31, 2008 · 7 Comentários

hoooooooomeeeem, hoooooomeeeem...

A gente sempre reclama da rudeza daqueles que nós escolhemos para namorar, noivar, casar, e ficar do nosso lado em qualquer que seja a condição de compromisso. Mas esquecemos que a escolha foi nossa, e que temos sim que aprender a conviver com os defeitinhos ou defeitões deles, até porque os nossos defeitos são tão pequenos ou grandes quanto, não é?

Levando isso em consideração estive pensando em como relevar com categoria esses detalhes, “CATIGURIA” essa que só nós temos, afinal esses defeituosos são quase sempre a nossa maior alegria. São ensinamentos básicos para quem quer exercitar a paciência de esperar o futebol acabar, o senso de humor para as piadinhas machistas, e a capacidade de segurar a TPM (que temos o DIREITO de sofrer).

Primeiro, a paciência é fundamental, mesmo! E para exercitá-la recomendo que você pare de contar e cobrar dele as vezes que teve que esperar o futebol, o “Globo Esporte” e os gols do “Fantástico” terminarem para ganhar a atenção dele… É, o futebol é importante para eles tanto quanto a depilação, o “Vale a Pena Ver de Novo” e o show do Menudo são pra todas nós.

hooooomeeeem, hoooooomeeeem...

Piadinhas machistas são uma questão de auto-afirmação para eles, então nada de tomar as dores feministas, nós somos maiores que isso. Depois de contar até dez, dê uma risadinha, e prepare uma resposta à altura porque normalmente a chacota é bem previsível, do tempo do guaraná de rolha, eles lançam alguma coisa tipo:

- Dia 8 de Março é o dia que a mulher tem pra mandar. – diz ele.

- E todos os outros vocês têm pra obedecer, amor… – você no pedestal, e ele sem palavra.

Quanto à TPM, aí não tem como negar, nos ficamos INSUPORTÁVEIS e sabemos disso, choronas, chatas, raivosas, nem nós mesmas nos agüentamos, é dose cavalar de chatice. Temos que dar o braço a torcer e andar pianinho, nos colocar no lugar deles e comer muuuuito chocolate, porque têm aquelas substâncias, quais mesmo? Serotonina e feniletilanina, a primeira promove o bem-estar e alivia as tensões e a outra é antidepressivo natural. Melhor que isso só aproveitar a paz que essas dicas vão promover e curtir os nossos perfeitos defeituosos.

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Da independência ao Oscar!

Março 27, 2008 · 1 Comentário

A indústria cinematográfica hollywoodiana investe bilhões em superproduções com grandes efeitos especiais de som e imagem, narrativas fantásticas e remontagens. Essas produções são dignas de lotar salas de cinema do mundo todo, duplicam os gastos gerados e movimentam o catálogo de atores, diretores e roteiristas que fazem fortuna e almejam ter o trabalho reconhecido na maior premiação do cinema mundial, o Oscar.

Neste ano uma comédia independente que nada cabe nos orçamentos hollywodianos deu o ar leve da graça na noite do Oscar. “Juno” custou US$ 2,5 milhões, não teve orçamento para publicidade e teve o roteiro escrito por uma ex-stripper, Diablo Cody, uma morena exótica que em seu discurso de agradecimento pela estatueta não esquece de agradecer a família por amá-la do jeito que é.

Numa atmosfera produzida com a ajuda de John Malkovich, diálogos inteligentes e peculiares que imprimem a identidade de cada personagem e trilha sonora que não passa despercebida, o filme narra genuinamente a descoberta da gravidez na adolescência, e como Juno, uma garota bem descolada de 16 anos, lida com a situação que requer a decisão mais importante de sua vida.

A produção era a surpresa que todos gostariam, mas não esperavam ver receber nenhuma das quatro estatuetas para as quais foi indicada: melhor atriz com Ellen Page (Juno), melhor direção (Jason Reitman), melhor roteiro original e melhor filme. Concorrendo com as superproduções, “Juno” só contava com as vantagens que a audácia do cinema independente oferece: a capacidade de brincar com o imaginário do público desconstruindo o formato da narrativa cinematográfica, e a autonomia que o cinema independente tem com relação ao cinema comercial, uma vez que o lucro não é imposto com tanta força a este primeiro.

O filme só contradiz a cena quando prova que os filmes independentes não precisam necessariamente seguir a regra velada de que o desequilíbrio da família enquanto instituição e o humor irônico são necessários para o sucesso dessas produções.

Digno de apreciação e dos quatro prêmios aos quais estava concorrendo, o filme é contemporâneo e mostra a qualidade da roteirista ao deliciar o público com e leveza desconcertante que narra a história da pequena grávida.

Por Ju Maués

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Bons motivos para “blogar”

Março 27, 2008 · 12 Comentários

Eis que me apresento…

Não vou dizer que não sou íntima das palavras, nós nos adoramos, modéstias à parte! E nem vou dizer que é minha estréia no mundo dos blogs, tive alguma “inexperiência” nessa atmosfera no fervor dos meus dezesseis anos, quando gostava de andar com roupa rasgada e ser groupie da bandinha de rock do colégio, nada feito, não deu certo. Mas, os motivos que me fazem voltar às páginas virtuais são muitos, e é aqui, na aula de História da Comunicação e do Jornalismo, com o bom e velho lápis em punho, que começo a discorrer sobre eles…

Lembro de aos dez anos de idade ter ganhado de alguém, numa dessas tumultuadas festas Maués de natal, um diário bem colorido cheio de “fru-frus”. Durante o ano todo me pus a escrever cada detalhe do meu agitado décimo ano de vida:

“Hoje estamos indo para São Paulo…”;

“Tomei gelatina de caixinha na casa da tia Vera…”;

“Mudamos para Belo Horizonte, quanta viagem…”.

Assim eu segui escrevendo, assim não, confesso ter melhorado um pouco, mas desde então se foram onze diários e muita, muita história pra contar, as melhores e as piores, as mais e as menos emocionantes. O que nunca passou foi a insegurança, o medo de que alguém lesse meus atrevimentos, meus escritos, o medo de que eles fossem mau tomados.

Acho que to um pouco mais madura. Ou seria um pouco menos imatura? Ligo um pouco menos para o que vão pensar, esse é afinal, um dos motivos que me fazem começar a escrever “sem vergonha”. Aqui vai ser um refúgio para os meus comentários, aqueles que podem não interessar a ninguém, mas a quem possa interessar além de mim, estarão aqui, os meus filmes, livros e bla, bla, blas prediletos, vez ou outra estarão por aqui. Eu disse VEZ OU OUTRA…

Tem também o fato de achar que posso alcançar as pessoas que estão longe de mim assim, mandar notícias e me fazer ler, não só no sentido prático da coisa, mas no psicológico também, já que eu me ponho toda nas palavras, me expresso muito facilmente assim, quem conhece sabe.

Começo então essa tentativa de expor idéias, devaneios, memórias que, quer vocês concordem ou não, achem bonitos ou não, são meus! E eu tenho mais é que começar a assumir…

Ah! Termino dizendo que não tenho o dom da erudição e nem pretendo que me leiam com olhos críticos, não fiz isso por vocês, fiz por mim!

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