Sobre clichês que vão e vem, ensinam e deseducam.

Esse final de semana foi, sem dúvida, um dos cinco mais atípicos da minha vida. Sério, top 5, sem dúvida nenhuma. Revierei tanto sentimento, pensei tanto e produzi num nível que jamais pensei fosse capaz de fazê-lo. O mais importante foram os clichês que eu reafirmei, ou que se puseram a prova, aqui na minha vida, aqui na minha frente… Pra mim, os três últimos dias foram de auto-conhecimento, o auge do clichê. Pois é, aprendi que nunca é tarde demais pro perdão, pra compreender o próximo, entender os motivos que fizeram esse tal próximo decepcionar os outros, os próximos, ou todos os mundos. QUE SEJA… aprendi que o tempo encaixa todas as peças, e se não as encaixa, as exlui. Vi que tudo acontece em nível de energias, sinergias, trocas positivas ou negativas, mas consequentes. Aprendi que  família é a coisa mais importante que há nesse mundo, de sangue ou escolhida, você sempre voltará aos que de fato são sua família. Sei então que a subjetividade não é nada além da visão que você tem sobre você construída a partir do que você acha que os outros vêem sobre/em você. Entonce, culpas, ansiedades, dores de amor, tudo isso é você quem faz, sozinha ou coletivamente. Preocupe-se com o que de melhor você pode dar aos outros, em forma de sorrisos e de carinho, isso é você, e isso jamais te decepcionará.

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2 responses to “Sobre clichês que vão e vem, ensinam e deseducam.

  1. És tu…letra, música e dança…uma mulher madura e bem resolvida! Amo-te!

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